DE CARA A LA GLOBALIZACION: ORGANIZACIONES ECONOMICAS CAMPESINAS EN AMERICA LATINA Y EL CARIBE
Versión Español
Versión Inglés
Central de Associações de Pequenos Produtores Rurais de Epitaciolândia e Brasiléia - Capeb, Estado do Acre, Brasil
[Últimas Notícias] [Nossa História] [Nosso Trabalho] [Compre Nossos Produtos] [Estudo de Caso]
Últimas Notícias
28/02/99 A Capeb acaba de embarcar no porto de Manaus, 13 toneladas de castanha in natura (dry) para uma companhia de Palermo, Itália, ao preço de US$ 0.90 o kilo. Trata-se da primeira exportação feita pelos produtores extrativistas de Brasiléia. O importador dedica parte de suas atividades a negócios com povos da floresta.
10/02/99 A usina Tahuamano, de Cobija, capital do Departamento Pando, Bolivia, proporciona assistência técnica para a Usina Wilson Pinheiro e as mini-usinas, obterem indíce zero de aflatoxina no produto. Este fungo é o principal fator limitante da comercialização de castanha no mercado internacional. Sua ausência em nosso produto é garantida pelos laboratórios da Embrapa e da Universidade Federal do Acre.
02/02/99 A Capeb assinou contrato com o governo do Acre para fornecer 70 toneladas de castanha beneficiada em 1999, que irá integrar a merenda escolar da rede de ensino e de mais 10 toneladas para compor a alimentação dos pacientes da rede hospitalar e dos órgãos de segurança (quartéis e presídios), como parte do compromisso do governador Jorge Viana de apoiar o desenvolvimento sustentável dos povos da floresta.
15/01/99 Começa a funcionar o novo mecanismo de controle do processo produtivo desde o castanheiro na sua colocação de trabalho na floresta, até a castanha beneficiada e embalada em caixas de 20 kgs, possibilitando a efetiva autogestão e o maior controle e confiabilidade do empreendimento.
31/12/98 Estabelecido um plano de negócio no valor de US$ 450,000.00 de faturamento bruto em 1999, através da venda de 150 toneladas de castanha beneficiada e a comercialização do excedente de produção de castanha in natura produzida pelos castanheiros associados à Capeb e também dos produtores não associados.
20/12/98 Cada colocação de trabalho na floresta, habitada por até três famílias, produziu em 1998, de uma a três toneladas de castanha in natura. Isto constituiu 60% do ganho familiar anual médio de US$ 1,200 dos produtores extrativistas. Outros 25% dos ganhos originaram-se da extração de borracha e 15% da venda de copaíba, mel e produtos agrícolas, como arroz, milho e feijão.
15/11/98 Em 1998, as novas organizações econômicas vinculadas à Capeb viabilizaram a coleta e comercialização de 450 toneladas de castanha, ao preço médio de US$ 0.30 o kilo pago aos castanheiros pela castanha coletada e o processamento de 50 toneladas que geraram 14.8 toneladas de castanha descascada, desidratada e embalada a vácuo, vendida a US$ 3.00 o kilo no mercado nacional.
Em 1998, uma década após o desaparecimento do nosso líder Chico Mendes, pela mão assassina de um pau-mandado dos fazendeiros pecuaristas vindos do sul do país, nós trabalhadores extrativistas, com o apoio do programa Projetos Demonstrativos do Ministério do Meio Ambiente e com recursos doados pelo povo da Alemanha, começamos a beneficiar e comercializar castanha, demonstrando que as idéias, a prática e a luta do nosso líder continuam inspirando mudanças sociais e ambientais, como era o seu desejo.
Em instalações construidas por nós, a usina Wilson Pinheiro, localizada em Brasiléia e as mini-usinas Chico Mendes, N.S. de Fátima e União Paraná, localizadas no interior da floresta na macro-região fronteiriça do Acre, Brasil, do Departamento Pando, Bolivia e do Departamento Madre de Diós, Peru, passamos a produzir castanha beneficiada e colocá-la diretamente no mercado.
Até então, nós éramos simples castanheiros, coletores e fornecedores de matéria prima da floresta para os intermediários locais que compravam nossa produção de castanha para revender às indústrias de beneficiamento localizadas a 2.500 km de distância em Belém, no Estado do Pará, que monopolizavam o comércio do produto auferindo grandes lucros através do controle do mercado interno e externo deste tradicional produto da Amazônia.
Com o estabelecimento da nova parceria das nossas associações com a Capeb, nós eliminamos do negócio o intermediário local e os grandes empresários de Belém e tornamo-nos empreendedores na economia global, demonstrando nossa aptidão para alcançar um desenvolvimento sustentável e proteger a floresta amazônica, provando que é possível sobreviver nela e dela sem precisar destruí-la para atividades de pecuária ou agricultura.
A chave para o êxito no gerenciamento dos elos da cadeia produtiva da castanha, desde a sua coleta na floresta até a venda, foi o nosso novo modelo de organização econômica e a nossa habilidade para aprender novas técnicas para operar as unidades de beneficiamento e administrar o negócio por nós mesmos, assegurando uma justa e igualitária distribuição de lucros, praticando assim, o nosso conhecimento tradicional no manejo sustentável dos recursos naturais da nossa casa, a floresta amazônica.
Realizamos o manejo florestal de castanhais localizados no vale do rio Acre, municípios de Brasiléia, Xapuri, Assis Brasil e Vila Epitaciolândia e uma parte da reserva extrativista Chico Mendes. Nós começamos o trabalho da safra de castanha em dezembro ou janeiro, no início do período das chuvas e a coleta estende-se até maio, quando acabam as chuvas.
Os frutos da castanheira, chamados "ouriços" caem naturalmente no chão da floresta de uma altura de até 40 metros. Então, nós coletamos os ouriços e quebramos seu duro envólucro usando terçados para tirar as castanhas do seu interior. Cada ouriço contém entre 12 e 18 castanhas.
As castanhas são então lavadas para descartar as chochas, podres e "umbigos" dos ouriços e finalmente guardadas dentro de barracas de palha, de onde serão transportadas para o ponto de ajuntamento da associação para medir a produção de cada castanheiro, cuja unidade de medida usada é uma caixa com a capacidade de um hectolitro (100 litros).
As castanhas lavadas e selecionadas são transportadas para a usina Wilson Pinheiro em Brasiléia para serem processadas e embaladas ou então para as mini-usinas localizadas no interior da floresta onde são processadas por nós, nossas mulheres, filhos e filhas jovens, cujo trabalho é medido em diárias ou por kilos de castanha descascada.
Nas mini-usinas a castanha é colocada em estrados de madeira em lotes de 30 a 40 kilos para que, protegida da chuva, seque ao sol entre três e cinco dias. Depois de seca ela é mergulhada em tanque de água fria para amolecer a casca e com isto facilitar o descasque e evitar que a amêndoa quebre-se com o impacto da máquina manual de descascar.
Uma vez retirada a casca, selecionamos as amêndoas conforme sejam de primeira (inteiras), segunda (machucadas) e terceira (quebradas), dispondo-as em sacos plásticos apropriados, segundo a classificação em categorias e regras de higiene definidas internacionalmente pelo mercado.
A secagem ou desidratação das amêndoas é feita em estufa à temperatura de 70º C durante um dia aproximadamente, até atingir umidade entre 3% e 4%. As amêndoas secas são armazenadas em camburões de plástico de 50 litros, revestidos internamente por sacos aluminizados, para evitar o contado com o plástico do tambor.
Uma vez medidas e transportadas para a usina Wilson Pinheiro, as amêndoas são verificadas quanto à qualidade e teor de umidade, classificas e em seguida empacotadas a vácuo em sacos aluminizados e acondicionados em caixas de papelão contendo 20 kilos, segundo as normas internacionais e as exigências do Ministério da Agricultura.
Além de embalar as castanhas beneficiadas pelas mini-usinas localizadas nas colocações de trabalho na floresta, nosso time da usina Wilson Pinheiro, processa as castanhas coletadas pelas outras associações de produtores extrativistas vinculadas à Capeb e negocia a venda de castanha beneficiada e in natura, inclusive dos produtores não associados.
Vantagens da Compra Direta
Fazendo um acordo para que possamos atuar como seu fornecedor de castanha beneficiada e in natura, você estará apoiando nosso movimento para criar um atmosfera que torna bem vindo o desenvolvimento econômico sustentável da floresta amazônica impulsionado pelo novo modelo de gestão dos seus habitantes tradicionais.
A nossa nova tecnologia de processamento descentralizado da castanha nas mini-usinas no interior da floresta possibilita excelente qualidade da amêndoa, redução dos custos de transporte, melhor utilização da mão de obra familiar dos castanheiros, tirar os intermediários do negócio e maior distribuição de renda entre os produtores extrativistas.
Atuando também na comercialização de castanha in natura (extraída dos ouriços, lavadas, selecionadas e com a casca), nossas novas organizações, usina e mini-usinas, pagam aos castanheiros, na venda da safra, preços acima do que o estabelecido pelos intermediários usuais, fazendo com que estes tradicionais agentes econômicos, para que não sejam alijados do mercado, acompanhem a elevação dos preços da safra de castanha.
Nossos produtos
Castanha in natura e beneficiada. Família: Lecythidaceae. Gênero: Bertholletia. Espécie: excelsa. Nomes: Brazilnut, Castanheiro do Pará, Para-nut, Creamnut, Castaña-de-Para, Castaña-de-Brazil, Castanha-do-Pará, Castanha-do-Brasil, Castanha-da-Amazônia, Castaña-de-Amazonía.
Castanha beneficiada
Apresentação: Saco de 20 kgs de polietileno aluminizado protegido por caixa de papelão. Embalagem a vácuo com introdução de gás carbônico. Validade dois anos em local seco e ventilado.
Padrão físico-químico
Descrição
Sabor
Côco fresco
Odor
Suave
Cor
Película marron/polpa marfin
Umidade
2,5% a 3,5%
Contagem
12 a 14 castanha por onça (28,350 grs)
Classificação da amêndoa: Inteira, (sem dano físico); Lascada (ou amassada) e Partida:
Tamanho das amêndoas
Quantidade por libra (0,4536 kg)
Grande (large)
90 a 110
Média (Medium)
110 a 130
Pequena (midget)
140 a 160
Anã (small)
160 a 190
Miúda
190 a 220
Preço FOB por kilo: Inteira: US$ 2.50. Lascada: US$ 2.20. Partida: US$ 2.00.
Castanha in natura com casca (dry)
Apresentação: Sacos de aniagem de 50kgs. Validade oito meses em local seco e ventilado.
Padrão físico-químico
Descrição
Sabor
Côco fresco
Cor
Casca marron avermelhada/amêndoa marfim
Umidade
3% a 6%
Tamanhos da castanha in natura com casca (dry)
Castanha in natura com casca
Quantidade por libra (0,4536 kg)
Quase grande
51 a 55
Média
56 a 62
Pequena
63 70
Preço FOB: US$ 0.90 por kg, qualquer tamanho.
Obtenha informações como comprar nossos produtos preenchendo e enviando formulário:
Propostas para intercâmbio e conexão (links) com outros sites da Internet relatando estudos de caso de produção, beneficiamento e comercialização de castanha realizados inteiramente por produtores extrativistas, ou iniciativas similares com outros produtos florestais não madeireiros, são bem vindas. Contacte-nos pelo email: capebcentral@hotmail.com
Direito de reprodução © 1999, Capeb, Claudia LAmoreaux e outros. Todos os direitos reservados e protegidos pela Convenção de Berna e as leis aplicáveis de cada país.
Autores
Central de Associações de Pequenos Produtores Rurais de Epitaciolândia e Brasiléia - Capeb. Rua Dr. Manoel Marinho Monte, s/nº, Brasiléia, Estado do Acre, Brasil, cep 69932-000. Fone/fax: 55 68 546 3126. Email: capebcentral@hotmail.com
Claudia L'Amoreaux, Cindy Cunningham Baxter, Flávio Alécio, Francisco Vicente Melo, Jody Baxter, Linda Jerome, Luiz Carlos Pinagé, Mario Jorge da Silva Fadell, Mauri Jairo Petter, Morena Dias Botelho de Magalhães, Nguyen Tufino Baldeon, Renato Athias, Rivaldo de Assis e Silva, Saulo Petean (coordenador da equipe), Sérgio Alécio e Valmirem Machado.
Este website é dedicado à memória do líder sindical Wilson Pinheiro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia, Acre, assassinado em 1979, na sede do sindicato, em virtude da sua luta em defesa dos direitos dos trabalhadores ameaçados de expulsão de suas colocações de trabalho na floresta.
Crédito das fotos e do gráfico desta página (home page): Claudia LAmoreaux, Cindy Cunningham Baxter, Jody Baxter e Saulo Petean.
Informação importante sobre o direito de reprodução (copyright).
Em adição a este texto escrito acima, concluido em 14 de fevereiro de 1999, produzido para participação na VI Conferência Eletrônica de Fidamérica, "De cara com a globalização: Organizações Camponesas na América Latina e Caribe", os direitos de reprodução estão reservados aos autores, que são detentores dos direitos de © Copyright. Todo o seu conteúdo está protegido pela lei dos direitos de reproducão de obra do autor (Copyright Law), dentro do sistema legal de cada país e pela Convenção de Berna (Bern Convention).
A Convenção de Berna é um tratado assinado até o momento por 96 países, cujo regulamento é mais abrangente do que a lei brasileira dos direitos de reprodução de obras de autor e requer o status de membro para reconhecer os seus direitos morais de integridade e atribuição. O autor tem garantido o seu direito econômico para traduzir, reproduzir, desenvolver ou adaptar seus trabalhos protegidos, os quais não devem ser objeto de uso ou exploração por terceiros. Recentemente, a Convenção de Berna extendeu os termos de proteção para o período de vida do autor mais 75 anos
Você pode distribuir cópias na íntegra para finalidades educativas, amigos ou colegas, ou reproduzir trechos, desde que:
- Mantenha o título da primeira página e a informação do "copyright" desta página.
- Não expresse própria autoria ou interesse de direito de reprodução do seu conteúdo.
- Não venda ou use este texto para promoção particular, projeto ou finalidade lucrativa.
Home || Últimas Notícias || Nossa História || Nosso Trabalho || Compre Nossos Produtos || Estudo de Caso || E-mail
Brazil Nut Extractive Producers Associations Center - Capeb Epitaciolandia and Brasileia, Acre State, Brazil
[Whats New?] [Our History] [Our Work] [Ordering Our Products] [Case Study]
28/02/99 Capeb has just shipped 13 tons of dried Brazil nuts in the shell from the port of Manaus to a company in Palermo, Italy, at a price of US$ 0.90 per kilo. This is the first export made directly by the extractive producers of Brasileia. The importer dedicates part of its activities to business with rainforest communities.
10/02/99 The Tahuamano factory, located in Cobija, the capital of Pando Department, Bolivia, delivers technical assistance so that the Wilson Pinheiro factory and the mini-factories can achieve a toxic-mold index of zero for the product. This fungus is the principal factor limiting the sale of Brazil nuts in the international market. Its absence in our product is guaranteed by the laboratories of Embrapa and the Federal University of Acre.
02/02/99 Capeb signed a contract with the Acre state government to furnish 70 tons of processed Brazil nuts in 1999, which will be included in the school network snack program, and 50 additional tons which will feed patients in the hospital network and members of the security forces (barracks and garrisons). This contract is part of Governor Jorge Vianas commitment to support the sustainable development of rainforest communities.
15/01/99 A new control mechanism was set in place for the entire process of production from the collection of Brazil nuts in the forest to the packaging of processed Brazil nuts in 20-kilo boxes, thus facilitating the enterprises self-management, control and feasibility.
31/12/98 A business plan was established to market the estimated 1999 production for US$ 450,000.00 in gross revenue from the sale of 150 tons of processed Brazil nuts and the marketing of the surplus production of Brazil nuts in the shell produced by the extractive workers associated with Capeb and also by other extractive workers not associated with Capeb.
20/12/98 Each stand of Brazil nut trees in the rainforest, inhabited by one to three families, produced between one and three tons of Brazil nuts in the shell in 1998. This constitutes 60% of the familys average annual income of US $1,200. Another 25% of average family income comes from rubber extraction; and 15%, from the sale of copaiba oleoresin, honey, and agricultural products, such as rice, corn, and beans.
15/11/98 In 1998 the new economic organizations affiliated with Capeb facilitated the collection and marketing of 450 tons of Brazil nuts, at an average price of US$ 0.30 per kilo of Brazil nuts in the shell paid to the collectors; they also processed 50 tons, generating 14.8 tons of shelled, dehydrated and vacuum-packed Brazil nuts which sold on the national market for US$ 3.00 per kilo.
In 1998, a decade after the murder of our leader Chico Mendes by a killer hired by the cattle ranchers who are coming to the Amazon from the south of Brazil, we extractive workers, with the support of the Environmental Ministrys Demonstration Projects program and with resources donated by the German people, began to process and market Brazil nuts, demonstrating that the ideas, practices and struggle of our leader continue to inspire social and environmental change, as was his desire.
In buildings we ourselves constructed--the Wilson Pinheiro factory in Brasileia, and the Chico Mendes, N.S. de Fatima and Uniao Parana mini-factories in the rainforest macro-region on the border that Acre, Brasil, shares with Pando Department, Bolivia and Madre de Dios Department, Peru--we began producing processed Brazil nuts and selling them directly on the market.
Up until then, we extractive producers were merely collectors and suppliers of raw Brazil nuts to local intermediaries who bought up our Brazil nut harvest for resale to the processing plants located 2,500 km away in Belem, in the state of Para. These plants monopolized the sale of the product, reaping great profits through their control of the domestic and foreign market for this traditional product of the Amazon region.
Through our associations new affiliation with Capeb, we eliminated dealing with the local intermediary and the large entrepreneurs in Belem and became entrepreneurs ourselves in the global economy, demonstrating our ability to reach sustainable economic development, while at the same time protecting the Amazon Rainforest and proving that it is possible to survive within the rainforest and by means of the rainforest, but without destroying it with cattle ranching and agriculture.
The keys to our success in managing the entire Brazil nut production process from start to finish are our innovative economic organization, and our ability to learn new techniques to operate product processing units and to administer the enterprise ourselves. We thus assure fair and egalitarian profit distribution, plus application of our own traditional knowledge about sustainable natural resources management in the rainforest, which is our home.
We manage the Brazil nut tree stands located in the valley of the Acre River, in the municipalities de Brasileia, Xapuri, Assis Brasil and Vila Epitaciolandia and in a part of the Chico Mendes extractive reserve. We begin the Brazil nut harvest in December or January, at the start of the Amazon rainy season, and the collection work continues until the following May, when the rains end.
The product of the Brazil nut trees, called fruit pods (whole Brazil nuts), falls naturally to the forest floor from a height of up to 40 meters. We then collect the pods and break the shells open with machetes. Each fruit pod contains between 12 to 18 Brazil nuts, each in its individual shell.
Next the nuts are washed to remove the pieces of pod shell, which are discarded along with the rotten nuts and the "umbilical cords" from the fruit pods. The Brazil nuts are then stored in straw huts for later transport to the production center where each Brazil nut gathers output is measured. A box holding a hectoliter (100 liters) serves as the unit of measure.
The washed and sorted Brazil nuts are either transported to the Wilson Pinheiro factory in Brasileia to be processed and packed or to the mini-factories located in the rainforest where we--men, women, our young sons and daughters--process them. Our work is measured either by number of days worked or kilos of Brazil nuts shelled.
In the mini-factories the 30- to 40-kilo lots of Brazil nuts are placed on wooden platforms so that, protected from the rains, they can dry in the sun for three to five days. After they are dried, the Brazil nuts are immersed in a tank of cold water to soften the shells on the individual nuts. This immersion process makes the nuts easier to shell and prevents the breakage of the nutmeats when the shells are hit by a manual shelling machine.
Once the shell is removed from the individual Brazil nuts, we sort the nutmeats according to the categories of whole (no physical damage); chipped (whole nutmeats missing pieces); and cracked (pieces), placing them in the appropriate plastic sacks, according to the categories and rules for hygiene internationally defined by the market.
The drying or dehydration of the nutmeat is carried out in a stove at a temperature of 70 degrees Centigrade for approximately one day until they attain a humidity of between 3 and 4%. The dried nutmeat is stored in 50-liter plastic barrels, lined with aluminized sacks to protect it from contact with the plastic.
Once they have been measured and transported to the Wilson Pinheiro factory, the nutmeats are inspected for quality and degree of humidity, classified, and immediately vacuum packed in aluminized sacks. They are then air-conditioned in 20-kilo cardboard boxes, according to international standards and the requirements set by the Agricultural Ministry.
Besides packaging the Brazil nuts processed by the mini-factories in the rainforest stands of Brazil nut trees, our team at the Wilson Pinheiro factory processes the Brazil nuts from the other associations of extractive producers affiliated with Capeb and negotiates the sale of the nutmeat and the Brazil nuts in the shell, including the production of collectors not associated with Capeb.
Advantages of Buying Direct
By making an agreement to use us as your supplier of edible Brazil nutmeat and Brazil nuts in the shell, you will be supporting our movement to create an atmosphere that welcomes the sustainable economic development of the Amazon rainforest through its traditional inhabitants new model of resources management.
Our new technology of decentralized processing of the Brazil nuts by the mini-factories within the rainforest ensures excellent-quality Brazil nutmeat, reduces transport costs, makes the best use of the family work force in the rainforest, and eliminates intermediaries from the business transaction. As a consequence, we, the extractive producers, receive a greater distribution of the revenue.
Also marketing Brazil nuts in the shell (extracted from the pods, washed and sorted), our new organizations, factory and mini-factories pay the Brazil nut collectors higher prices for their harvest than those paid by the usual intermediaries, causing these traditional economic agents to match the higher prices for the Brazil nut harvest in order to stay competitive in the market.
Our Products
Unshelled and processed Brazil nuts. Family: Lecythidaceae. Genus: Bertholletia. Species: excelsa. Common names: Brazil nut, Castanheiro do Para, Para-nut, Creamnut, Castana-de-Para, Castana-de-Brazil, Castanha-do-Para, Castanha-do-Brasil, Castanha-da-Amazonia, Castana-de-Amazonia.
Processed Brazil Nuts
Packaging: 20-kilo, aluminized polyethylene sack, protected by cardboard box. Vacuum-packed with carbon dioxide gas. Shelf-life of two years when stored in a dry, ventilated place.
Physicochemical Standards
Description
Taste
Fresh coconut
Odor
Delicate
Color
Chestnut-brown film/ivory pulp
Humidity
2.5% to 3.5%
Contents
12 to 14 Brazil nuts per ounce (28.350 gs)
Size of shelled nuts: whole (no physical damage); chipped (whole nutmeats missing pieces); and cracked (pieces).
Size of Shelled Nuts
Quantity per pound (0.4536 kg)
Large
90 to 110
Medium
110 to 130
Small
140 to 160
Extra-Small
160 to 190
Minute
190 to 220
Price FOB per kilo: Whole: US$ 2.50; Chipped: US$ 2.20; Cracked: US$ 2.00.
Brazil nuts in the shell (dried)
Packaging: 50-kilo burlap sacks. Shelf-life of eight months when stored in a dry, ventilated place.
Physicochemical Standards
Description
Taste
Fresh coconut
Color
Reddish-brown shell/ivory nut
Humidity
3% to 6%
Sizes of Brazil nuts in the shell (dried)
Brazil nuts in the shell
Quantity per pound (0.4536 kg)
Large
51 to 55
Medium
56 to 62
Small
63 to 70
Price FOB: US$ 0.90 per kg, all sizes.
You can obtain information about purchasing our products by filling out and sending the following form:
We welcome proposals for links and interchange with other Internet sites relating case studies about production, processing and marketing of Brazil nuts undertaken entirely by extractive producers or about similar initiatives with other non-timber rainforest products. Contact us by E-mail at capebcentral@hotmail.com
Copyright © 1999 Claudia LAmoreaux, Capeb and others. All rights reserved and protected by the Bern Convention and the laws applicable in each country.
Authors
Brazil Nut Extractive Producers Associations Center of Epitaciolandia and Brasileia - Capeb. Rua Dr. Manoel Marinho Monte, s/nº, CEP 69932-000, Brasiléia, Acre State, Brazil. Phone/fax: 55 68 546 3126. E-mail: capebcentral@hotmail.com
Claudia L'Amoreaux, Cindy Cunningham Baxter, Flávio Alécio, Francisco Vicente Melo, Jody Baxter, Linda Jerome, Luiz Carlos Pinagé, Mario Jorge da Silva Fadell, Mauri Jairo Petter, Morena Dias Botelho de Magalhães, Renato Athias, Rivaldo de Assis e Silva, Saulo Petean (team coordinator), Sérgio Alécio, and Valmirem Machado.
This website is dedicated to the memory of union leader Wilson Pinheiro, president of the Rural Workers Union of Brasileia, Acre, who was assassinated in 1979, in the union headquarters, because of his struggle in defense of the rights of extractive workers menaced with expulsion from their forest stands of trees.
Credit for the photo and the graphic on this home page: Claudia L'Amoreaux , Cindy Cunningham Baxtex Jody Baxter, Nair Benedicto and Saulo Petean.
Important information about copyright:
In addition to the above text, concluded on 14 February 1999 and produced for participation in the VI Fidamerica Electronic Conference, "Face to Face with Globalization: Peasant Organizations in Latin America and the Caribbean," the rights of reproduction are reserved by the authors, who are the holders of the © copyright. All contents of this document are protected by the Copyright Law of each countrys legal system, and by the Bern Convention.
The Bern Convention is a treaty which has currently been signed by 96 countries. Its regulations are more far-reaching than the Brazilian copyright laws and require member states to recognize the moral rights of integrity and attribution. The author is guaranteed the right to translate, reproduce, develop, or adapt protected works, which must not be the object of use or exploitation by other persons. The Bern Convention recently extended the terms of protection to the life of the author plus seventy-five years.
You may distribute copies of this entire document for educational purposes to friends and colleagues, or reproduce passages, as long as you:
- Retain the title on the first page and the copyright information on this page.
- Do not assert any ownership or copyright interest in the contents.
- Do not sell or use this text for any private promotion, project or lucrative purpose.
Home || Whats New? || Our History || Our Work || Ordering Our Products || Case Study || E-mail Us
Central de Asociaciones de Pequeños Productores Rurales de Epitaciolandia
y Brasiléia-Capeb, Estado del Acre, Brasil
[Últimas Noticias] [Nuestra Historia] [Nuestro Trabajo] [Compre Nuestros Productos] [Estudio de Caso]
28/02/99 La Capeb acaba de embarcar en el puerto de Manaus, 13 toneladas de castaña in natura (dry) para una compañía de Palermo, Italia, al precio de US$ 0.90 el kilo. Se trata de la primera exportación hecha por los productores extractivistas de Brasiléia. El importador dedica parte de sus actividades a negocios con pueblos de la floresta.
10/02/99 La usina Tahuamano, de Cobija, capital del Departamento Pando, Bolivia, proporciona asistencia técnica para que la Usina Wilson Pinheiro y las mini-usinas obtuvieren índice cero de aflatoxina en el producto. Este hongo es el principal factor limitante de la comercialización de castaña en el mercado internacional. La ausencia de dicho hongo en nuestro producto es garantizada por los laboratorios de la Embrapa y de la Universidad Federal del Acre.
02/02/99 La Capeb y el gobierno del Acre firman un contrato para proveer 70 toneladas de castaña beneficiada en 1999, que har· parte de la merienda escolar de la red educacional y de 10 toneladas más para la alimentación correspondiente de los pacientes de la red hospitalaria y de los Órganos de seguridad (cuarteles y prisiones), como parte del compromiso del gobernador Jorge Viana de apoyar el desarrollo sustentado de los pueblos de la floresta.
15/01/99 Empieza a funcionar el nuevo mecanismo de control del proceso productivo, desde el castañero en su colocación de trabajo en la floresta, hasta la castaña beneficiada y empaquetada en cajas de 20 kgs., facilitando la efectiva autogestión y el mayor control y confiabilidad del empreendimiento.
31/12/98 Establecido un plan de negocio en el valor de US$ 450,000.00 de lucro bruto en 1999, a través de la venta de 150 toneladas de Castaña beneficiada y la Comercialización del excedente de producción de castaña in natura producida por los castañeros asociados a la Capeb y tambièn por los no asociados.
20/12/98 Cada colocación de trabajo en la floresta, habitada por hasta tres familias, produjo en 1998, de una a tres toneladas de castaña in natura. Esto constituyó 60% de la ganancia familiar anual media de US$ 1,200 de los productores extractivistas. Otros 25% de las ganancias se originaron de la extracción de caucho y 15% de la venta de copaiba, miel y productos agrícolas, como arroz, maíz y frijol.
15/11/98 En 1998, las nuevas organizaciones económicas vinculadas a la Capeb viabilizaron la cosecha y comercialización de 450 toneladas de castaña, al precio medio de US$ 0.30 el kilo pagado a los castañeros por la castaña cosechada y el procesamiento de 50 toneladas que generaron 14.8 toneladas de castaña descascarada, deshidratada y empaquetada a vacuo, vendida a US$ 3.00 el kilo en el mercado nacional.
En 1998, una década después del desaparecimiento de nuestro líder Chico Mendes, por la mano asesina de uno de los "ecuaces" de los hacendados pecuaristas, quienes vinieron del sur del país, nosotros, trabajadores extractivistas, con el apoyo del programa Proyectos Demostrativos del Ministerio del Medio Ambiente y con recursos donados por el pueblo Alem·n, empezamos a beneficiar y comercializar castaña, demostrando que las ideas, la práctica y la lucha de nuestro líder continúan inspirando cambios sociales y ambientales, como era su deseo.
En las instalaciones, cuyas construcciones son nuestras, la usina Wilson Pinheiro, ubicada en Brasiléia y las mini-usinas Chico Mendes, N.S. de Fátima y União Paraná, ubicadas en el interior de la floresta en la macroregión fronteriza del Acre, en Brasil, del Departamento Pando, en Bolivia y del Departamento Madre de Dios, en Perú, pasamos a producir castaña beneficiada y colocarla directamente en el mercado.
Hasta entonces, éramos simplemente castañeros, recolectores y proveedores de materia prima de la floresta para los intermediarios locales que compraban nuestra producción de castaña para revenderla a las industrias de beneficiamento localizadas a 2.500 km. de distancia en Belém, en el Estado del Pará, que monopolizaban el comercio del producto obteniendo grandes lucros a través del control del mercado interno y externo de este tradicional producto de la AmazonÌa.
Con el establecimiento de la nueva sociedad de nuestras asociaciones con la Capeb, eliminamos del negocio al intermediario local e a los grandes empresarios de Belém y nos tornamos emprendedores en la economía global, demostrando nuestra capacidad para alcanzar un desarrollo sustentado y, a la vez, proteger la floresta amazónica, probando que es posible sobrevivir en ella y de ella sin necesidad de su destrucción para actividades de pecuaria o agricultura.
La llave para el Éxito en el gerenciamiento de los lazos de la cadena productiva de la Castaña, desde su cosecha en la floresta hasta su venta, fue el nuevo modelo de organización económica, la habilidad para aprender nuevas técnicas para operar las unidades de beneficiamiento y la administración de los negocios por nosotros mismos, asegurando una justa e igualitaria distribución de lucros, practicando así, nuestro conocimiento tradicional en el manejo sustentado de los recursos naturales de nuestra casa, la floresta amazónica.
Realizamos el manejo forestal de castañares ubicados en el valle del río Acre, municipios de Brasiléia, Xapuri, Assis Brasil y Vila Epitaciolândia y una parte de la reserva extractivista Chico Mendes. Empezamos el trabajo de la cosecha de castaña en diciembre o enero, en el inicio del período de las lluvias, y Èste se extiende hasta el mes de mayo cuando acaban las lluvias.
Los frutos del castaño, llamados "erizos" caen naturalmente en el suelo de la floresta de una altura de hasta 40 metros. Entonces, nosotros recolectamos los "erizos" y quebramos su duro involucro usando machetes para sacar las castañas del interior. Cada "erizo" contiene entre 12 y 18 castañas.
Las castañas son entonces lavadas para que, seguidamente, sean descartadas las vanas, resecadas, podridas y picadas de los "erizos"y, finalmente, guardadas dentro de chozas de paja, de donde ser·n transportadas para el ponto de ayuntamiento de la asociación para medir la producción de cada castañero, cuya unidad de medida usada es una caja con capacidad de un hectolitro (100 litros).
Las castañas lavadas y seleccionadas son transportadas hacia la usina Wilson Pinheiro en Brasiléia para que sean procesadas y empaquetadas o entonces hacia las mini-usinas ubicadas en el interior de la floresta donde son procesadas por nosotros, nuestras mujeres, hijos e hijas jóvenes, en las que el trabajo es medido en jornadas diarias o por kilos de castaña descascarada.
En las mini-usinas la castaña es colocada en estrados de madera en lotes de 30 a 40 kilos para que, protegida de la lluvia, seque expuesta al sol entre tres y cinco días. Despuès de haber secado es sumergida en tanques de agua fría para suavizar la c·cascara y, con esto, facilitar el proceso de descascaramiento y evitar que la almendra se rompa con el impacto de la máquina manual de descascarar.
Una vez retirada las respectivas c·scaras, seleccionamos las almendras conforme sean de primera (enteras), segunda (aplastadas) y tercera (partidas), separ·ndolas en bolsas de pl·stico apropiadas, según la clasificación en categorías y reglas de higiene definidas internacionalmente por el mercado.
La deshidratación de las almendras es realizada en estufa a temperatura de 70 8C durante un día aproximadamente, hasta alcanzar una humedad entre 3% y 4%. Las almendras secas son almacenadas en cilindros de plástico de 50 litros, revestidos internamente por l·minas aluminizadas, para evitar el contacto con el material plástico del cilindro.
Una vez medidas y transportadas hacia la usina Wilson Pinheiro, las almendras pasan por un proceso de verificación de la calidad y del tenor de humedad, son clasificadas y luego empaquetadas a vacuo en bolsas aluminizadas y acondicionadas en cajas de cartón conteniendo 20 kilos, según las normas internacionales y las exigencias del Ministerio de Agricultura.
Además·s de empaquetar las castañas beneficiadas por las mini-usinas localizadas en las colocaciones de trabajo en la floresta, nuestro equipo de la usina Wilson Pinheiro, procesa las castañas recolectadas por las otras asociaciones de productores extractivistas vinculadas a la Capeb y negocia la venta de castaña beneficiada e in natura, inclusive las de los productores no asociados.
Ventajas de la Compra Directa
Haciendo un acuerdo para que podamos actuar como su proveedor de castaña beneficiada e in natura, usted estar· apoyando nuestro movimiento para crear una atmósfera que torna bienvenido al desarrollo económico sustentado de la floresta amazónica impulsionado por el nuevo modelo de gestión de sus habitantes tradicionales.
Nuestra nueva tecnologìa de procesamiento decentralizado de la castaña en las mini-usinas en el interior de la floresta posibilita excelente calidad de almendra, reducción de los costos de transporte, mejor utilización de la mano de obra familiar de los castañeros, sacar a los intermediarios del negocio y una mayor distribución de renta entre los productores extractivistas.
Actuando tambièn en la comercialización de castaña in natura (extraída de los erizos, lavadas, seleccionadas y con la c·scara), nuestras nuevas organizaciones - usina y mini-usinas - pagan a los castañeros, en la venta de la cosecha, precios arriba de lo establecido por los intermediarios usuales, haciendo con que estos tradicionales agentes económicos, para que no sean alijados del mercado, acompañen la elevación de los precios de la cosecha de castaña.
Nuestros productos
Castaña in natura y beneficiada. Familia: Lecythidaceae. Género: Bertholletia. Especie: excelsa. Nombres: Brazilnut, Castanheiro do Pará, Para-nut, Creamnut, Castaña-de-Para, Castaña-de-Brazil, Castaña-do-Pará, Castaña-do-Brasil, Castaña-da-Amazônia, Castaña-de-Amazonía.
Castaña beneficiada
Presentación: Saco de 20 kgs de polietileno aluminizado protegido por caja de Cartón. Empaquetada a vacuo con introducción de gas carbónico. Validad: dos años en local seco e ventilado.
Patrón físico-químico
Descripción
Sabor
Coco fresco
Olor
Suave
Color
Película marrón/pulpa marfil
Humedad
2,5% a 3,5%
Conteo
12 a 14 Castañas por onza (28,350 grs)
Clasificación de la almendra: Entera, (sin daño físico); Rajada (o aplastada) y Partida:
Tamaño de las almendras
Cantidad por libra (0,4536 kg)
Grande (largo)
90 a 110
Mediana (Médium)
110 a 130
Pequeña (midget)
140 a 160
Enana (small)
160 a 190
Menuda
190 a 220
Precio FOB por kilo: Entera: US$ 2.50. Rajada: US$ 2.20. Partida: US$ 2.00.
Castaña in natura con cascara (dry)
Presentación: Sacos de rezago de 50kgs. Validad: ocho meses en local seco y ventilado.
Patrón físico-químico
Descripción
Sabor
Coco fresco
Color
C·scara marrón rojiza/almendra marfil
Humedad
3% a 6%
Tamaños de la Castaña in natura con cascara (dry)
Castaña in natura con cascara
Cantidad por libra (0,4536 kg)
Casi grande
51 a 55
Mediana
56 a 62
Pequeña
63 70
Precio FOB: US$ 0.90 por kg, cualquier tamaño.
Obtenga informaciones de cómo comprar nuestros productos rellenando y enviando el siguiente formulario:
Propuestas para intercambio y conexión (links) con otros sitios de la Internet relatando estudios de caso de producción, beneficiamiento y comercialización de castaña realizados enteramente por productores extractivistas, o iniciativas similares con otros productos forestales no madereros, son bienvenidas. Contáctenos por el e-mail: capebcentral@hotmail.com
Derecho de reproducción © 1999 Capeb, Claudia LAmoreaux y otros. Todos los derechos reservados y protegidos por la Convención de Bern y por las leyes aplicables de cada país.
Autores:
Central de Asociación de Péquenos Productores Rurales de Epitaciolândia e Brasiléia - Capeb. Rua Dr. Manoel Marinho Monte, s/nº, Brasiléia, Estado do Acre, Brasil, cep 69932-000. Fone/fax: 55 68 546 3126. Email: capebcentral@hotmail.com
Claudia L'Amoreaux, Cindy Cunningham Baxter, Flávio Alécio, Francisco Vicente Melo, Jody Baxter, Linda Jerome, Luiz Carlos Pinagé, Mario Jorge da Silva Fadell, Mauri Jairo Petter, Morena Dias Botelho de Magalhães, Nguyen Tufino BaldeÛn, Renato Athias, Rivaldo de Assis e Silva, Saulo Petean (coordenador da equipe), Sérgio Alécio y Valmirem Machado.
Este website es dedicado a la memoria del líder sindical Wilson Pinheiro, presidente del Sindicato de los Trabajadores Rurales de Brasiléia, Acre, asesinado en 1979, en la sede del sindicato, en virtud de su lucha en defensa de los derechos de los trabajadores amenazados de expulsión de sus colocaciones de trabajo en la floresta.
Crédito de la fotografía y del gráfico de esta página sede (home page): Claudia LAmoreaux, Cindy Cunningham Baxter, Jody Baxter, Nair Benedicto y Saulo Petean.
Información importante sobre el derecho de reproducción (copyright).
En adición a este texto arriba escrito, concluido el 14 de febrero de 1999, producido para la participación en la VI Conferencia Electrónica de FIDAMERICA, "De cara con la Globalización: Organizaciones Campesinas en América Latina y el Caribe", los derechos de reproducción est·n reservados a los autores, que son detentores de los derechos de © Copyright. Todo su contenido está protegido por la ley de los derechos de reproducción de obra del autor (Copyright Law), dentro del sistema legal de cada país y por la Convención de Bern (Bern Convention).
La Convención de Bern es un tratado firmado hasta el momento por 96 países, cuyo reglamento es más abrangente de lo que la ley brasilera de los derechos de reproducción de obras de autor y requiere el estatus de miembro para reconocer sus derechos morales de integridad y atribución. El autor ha garantizado su derecho económico para traducir, reproducir, desarrollar o adaptar sus trabajos protegidos, los cuales no deben ser objeto de uso o explotación por terceros. Recientemente, la Convención de Bern ha extendido los términos de protección para el período de vida del autor más 75 años
Usted puede distribuir copias integra para finalidades educativas, amigos o colegas, o reproducir trechos, desde que:
- Mantenga el título de la primera página y la información del "copyright" de esta página.
- No exprese propia autoría o interés de derecho de reproducción de su contenido.
- No venda o use este texto para promoción particular, proyecto o finalidad lucrativa.